segunda-feira, 7 de agosto de 2017

CHAMAM-ME “CARIDADE”

Visitei um casebre estrada além,
E, ante um quadro de dor que não defino,
Deixei com pobre mãe em desatino,
O anônimo socorro de um vintém...

Depois, parti meu pão com outro alguém,
Que mendigava em áspero destino,
E acalentei ao colo um pequenino,
Que, doente, chorava sem ninguém...

Mais tarde, fiz-me veste para os nus,
E auxiliei com a pesada cruz
Os que sabem na vida o que é sofrer...

O meu nome?!... Que importa?!... Na verdade,
Chamam-me, aonde vou, de Caridade,
E sei que apenas cumpro o meu dever!...

Aura Celeste


(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do “Grupo Espírita da Prece”, na noite de 24 de setembro de 1988, em Uberaba, MG). 

4 comentários:

  1. Bom dia, Amigos Espirituais visíveis e invisíveis! Amor, Luz e Paz! Palavras áureas e celestes convidando-nos a pensar na impessoalidade da Áurea Caridade! Deus e Jesus Cristo te abençoem, nobre Áurea Celeste! Um abraço fraternal! Cadichon Pirilampo!!!

    ResponderExcluir
  2. Bom dia Formiga e Aura Celeste!!

    Linda poesia sobre a caridade.

    Excelente dia e semana para todos nós!! \O/
    Carlos A. Gomes

    ResponderExcluir
  3. Bom dia querida irmã Aura Celeste. A caridade é filha do amor. Arte, ciência e devotamento, eis seus atributos. Se pensarmos bem, é dever de todo homem diminuir o sofrimento na terra. Obrigada Baccelli.

    ResponderExcluir
  4. Lindo Aura Celeste !
    Simples assim " apenas cumprir o nosso dever " isso também chama se caridade , tão atual e vc escreveu em 1988 ....

    ResponderExcluir